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Corpo de jovem sequestrado em Caputira é encontrado em ribeirão; três suspeitos foram presos

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O desfecho de um caso que mobilizava as autoridades de Caputira e Manhuaçu ocorreu neste sábado (17), com a localização do corpo de Felipe Medeiros dos Santos, de 23 anos. O jovem, que estava desaparecido desde a última quinta-feira (15), foi vítima de sequestro e cárcere privado.

O Sequestro

O crime teve início no bairro Vila Carrinho, em Caputira. Felipe, que residia no bairro Engenho da Serra, em Manhuaçu, estava com familiares quando foi abordado por um grupo de cinco homens armados. Sob ameaça, a vítima foi levada à força, enquanto seus familiares foram obrigados a entrar em um carro de aplicativo e enviados de volta para sua cidade de origem.

Localização e Perícia

Após dias de buscas intensas coordenadas pela Polícia Militar, o corpo de Felipe foi encontrado nas águas do Ribeirão da Cabeluda. Segundo o Tenente Oliveira, a perícia técnica constatou três perfurações por arma de fogo no corpo do jovem, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Resposta Policial e Prisões

A ofensiva da PM contra o grupo criminoso resultou em prisões e apreensões em duas frentes:

  1. Em Caputira: Dois jovens de 19 anos foram presos em flagrante logo após o crime e reconhecidos por testemunhas. No local, foram apreendidas armas artesanais e celulares.
  2. Em Padre Fialho: Uma denúncia de tráfico de drogas levou os militares a um esconderijo onde estava o terceiro envolvido no sequestro, um jovem de 18 anos. Durante a abordagem, houve resistência armada; um suspeito apontou uma arma contra os policiais, foi baleado no revide e não resistiu aos ferimentos.

Arsenal Apreendido

A operação resultou em uma apreensão significativa de material ilícito, incluindo:

  • Duas pistolas (9mm e .380) e dois revólveres calibre .38;
  • Munições, carregadores e toucas ninja;
  • Tabletes de cocaína e maconha, além de balanças de precisão.

Investigações Continuam

Dois suspeitos, de 20 e 26 anos, conseguiram fugir efetuando disparos contra as guarnições e seguem sendo procurados. A Polícia Civil agora analisa documentos e registros em redes sociais apreendidos para identificar a conexão entre o tráfico de drogas e a execução do jovem artesão.

A Polícia Militar reforça que informações sobre o paradeiro dos foragidos podem ser repassadas anonimamente via 181 ou 190.

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